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IFMA promove segundo bate-papo inclusivo

Atividade foi organizada pelo Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE).
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 28/06/2018 18h15
  • última modificação 28/06/2018 18h41

Na segunda-feira (25), o Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE) do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) do Campus Caxias promoveu o segundo bate-papo inclusivo e uma oficina sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras). As atividades tiveram como públicos-alvo terceirizados, professores e técnicos administrativos. “A participação destes profissionais, por sinal, foi uma demonstração de interesses em participar e, sobretudo, conhecer mais profundamente, alguns meandros e especificidades da Educação Inclusiva”, comenta Lucinete Bahia, coordenadora do NAPNE.

No primeiro momento, os participantes discutiram sobre adaptações curriculares e a atuação dos tradutores/intérpretes de Libras no contexto educacional inclusivo. No tocante à temática inicial, que versou sobre adaptações curriculares, há um consenso sobre a necessidade de uma prática pedagógica que venha contemplar de forma mais efetiva a inclusão dos alunos com deficiência na Instituição. Diante da temática em questão, a professora Cecília Regina Galdino ressalta que “discutir inclusão numa perspectiva de adaptações curriculares, abre uma nova perspectiva voltada para o processo de ensino e aprendizagem, baseada num currículo que favoreça a diferença, para diminuir a desigualdade histórica da educação voltada para a pessoa com deficiência”, ponderou a professora.

No que tange os profissionais tradutores/intérpretes de Libras, um dos focos foi a atuação dos mesmos em sala de aula bem como em outros espaços nos quais o estudante surdo se faça presente. A intérprete de Libras Jacilene de Alencar ressaltou que “as referidas profissionais desenvolvem um trabalho de suma importância para que o processo de inclusão do aluno surdo seja efetivado, de modo que este tenha os seus direitos linguísticos respeitados, e assim a comunicação entre surdos e ouvintes, seja concretizada”, comentou. E acrescentou: “é necessário que haja uma parceria entre os docentes e intérpretes de Libras no que diz respeito ao conhecimento das singularidades linguísticas e culturais da pessoa com surdez e posterior seleção das adaptações curriculares adequadas, para que assim o processo de ensino e aprendizagem tenha êxito,” destacou a intérprete.

Em seguida, foi realizada uma oficina de Libras, destacando os sinais básicos utilizados no cotidiano escolar. “Achei importante a roda de conversa entre os pares, pois  são nesses contextos de troca que podemos problematizar os discursos de uma escola que ainda precisa discutir sobre a inclusão, ou seja, significa que ainda  exclui. Acredito que estamos no caminho certo, pois reconhecer as práticas de exclusão é o primeiro passo da sensibilização para a construção de um IFMA mais inclusivo”, enfatizou a psicóloga Vanessa Alves.

O evento contou com a participação de professores do IFMA. Dentre eles, Luís Fernando Maia, professor de Informática. Ele disse que “considerei muito produtivo o bate-papo, pois pude discutir formas de melhorar minhas práticas pedagógicas, além de conhecer mais o trabalho dos intérpretes. Também achei a oficina muito divertida e fiquei mais motivado para aprender um pouco mais sobre Libras”. “É importante destacar que alguns profissionais produzem e desenvolvem interessantes estratégias e artifícios, condizentes com a inclusão almejada por toda a comunidade escolar”, finalizou Lucinete Bahia.

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Assunto(s): bate-papo , Campus Caxias , ifma , Libras
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