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Núcleos de Inclusão – Neabi – Napne

publicado 03/06/2015 20h46 | última modificação 09/08/2022 15h45

Instituto Federal do Maranhão (IFMA) tem ciência da sua missão e responsabilidade em ofertar uma educação fundamentada nos princípios da inclusão social, tendo em vista a garantia dos Direitos Humanos. Em seu planejamento, o IFMA busca incluir atividades, políticas e programas educacionais voltados para responder tal necessidade.

O Campus Caxias tem em sua estrutura os núcleos de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi)  e o de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas  (Napne).


O Campus Caxias conta com o Departamento de Ações Inclusivas (DAI), vinculado à Diretoria de Desenvolvimento Educacional (DDE), cujo chefe acumula a função de Coordenador do Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (Napne).

O Chefe do Departamento do Campus Caxias, que atualmente é a servidora Lucinete Bahia Costa, possui as seguintes competências:

  1. Coordenar o NAPNE;
  2. Coordenar as ações da Sala de Atendimento Educacional Especializado (SAEE);
  3. Implementar políticas de inclusão, por meio de projetos, assessorias e ações educacionais, na região de abrangência do Campus;
  4. Implementar políticas de acesso, permanência e conclusão com êxito dos discentes com necessidades específicas;
  5. Estimular a cultura da inclusão na comunidade acadêmica, de modo que o discente, em seu percurso formativo, adquira conhecimentos técnicos e também valores sociais consistentes, que o levem a atuar na sociedade de forma consciente e comprometida;
  6. Promover a educação para o exercício da cidadania, a convivência, a aceitação da diferença, a quebra das barreiras atitudinais, educacionais e arquitetônicas;
  7. Elaborar, em conjunto com as coordenações de curso, programas de atendimento aos discentes com necessidades específicas do Campus, bem como auxiliar os docentes a adequarem suas aulas conforme programa definido;
  8. Propor e coordenar ações, programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão visando o aprimoramento do processo de ensino e aprendizagem e a promoção de uma cultura de inclusão e cidadania aos estudantes com necessidades educacionais específicas;
  9. Propor e colaborar com ações inclusivas de acordo com as demandas identificadas pelo Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE);
  10. Propor intervenções educativas e ações afirmativas, de acordo com as demandas identificadas no Campus;
  11. Promover as ações do NAPNE em relação às Ações inclusivas e a articulação com os setores do campus, que envolvem a identificação, o planejamento, a organização de recursos humanos e financeiros e serviços para a promoção da acessibilidade arquitetônica, nas comunicações, nos sistemas de informação, nos materiais didáticos e pedagógicos, que devem ser disponibilizados nos processos seletivos e no desenvolvimento de todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão;
  12. Auxiliar, acompanhar e avaliar e garantir a implementação da Política de Ações Afirmativas do IFMA;
  13. Atuar em parceria com o setor de assistência estudantil do campus;
  14. Exercer outras atividades na sua área de competência, que, por sua natureza, tenham lhe sido atribuídas pelo Diretor-Geral do Campus.


Sabemos que a educação inclusiva tem sido um caminho importante para abranger a diversidade presente no contexto educacional e deve garantir a todos os educandos o acesso ao conhecimento, por meio de todas as possibilidades de desenvolvimento que a escolarização oferece, de modo a atender às necessidades de cada estudante. Dessa forma, o Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (Napne) busca quebrar barreiras arquitetônicas, educacionais, de comunicação e as atitudinais, se esforçando em oferecer o apoio necessário aos estudantes com deficiência, bem como, promover ações que favoreçam a reflexão acerca da temática da inclusão desses alunos na educação profissional e tecnológica.

O Napne é composto por Tradutoras e Intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) e Revisor de Textos Braille. As primeiras têm como função mediar a comunicação entre surdos e ouvintes, com uso da Libras em todos os espaços do âmbito escolar, no qual a pessoa surda se fizer presente (sala de aula, seminários, palestras e eventos, por exemplo). Já o Revisor de Textos Braille é o responsável pela adaptação, transcrição e revisão dos textos em Braille, bem como a ampliação de textos em tinta. Além dos profissionais citados, o núcleo conta ainda com a colaboração de psicóloga, pedagoga, assistente de aluno e professores da própria unidade de ensino, compondo assim uma equipe multiprofissional.

O Napne é composto por tradutoras e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais e revisor de textos em Braille. As primeiras têm como função mediar a comunicação entre surdos e ouvintes, com uso da Língua Brasileira de Sinais em todos os espaços no âmbito escolar, no qual a pessoa surda se fizer presente (sala de aula, seminários, palestras e eventos, por exemplo). Já o revisor de textos em Braille é o responsável pela adaptação e revisão dos textos em Braille, bem como transcrição e ampliação de textos. Além dos profissionais citados, o núcleo conta ainda com a colaboração de psicóloga, pedagoga e professores da própria unidade de ensino.

Composição

  1. Antônio Ceny Moreira Júnior – Revisor de Textos Braille/Coordenador
  2. Cecília Regina Galdino Soares – Professora
  3. Fernando Amaro Ferreira dos Santos – Professor
  4. Joniery Rubim de Souza – Professor
  5. Keila Azevedo Vieira Silva – Professora
  6. Lucinete Bahia Costa – Tradutora/Intérprete de Língua Brasileira de Sinais
  7. Raquel de Carvalho Evangelista – Pedagoga
  8. Regina Célia de Morais Alves Silva – Professora
  9. Renata dos Santos Ferreira- Assistente de Aluno
  10. Vanessa da Silva Alves – Psicóloga
  11. Waldirene Pereira Araújo – Professora

Clique aqui e saiba mais sobre o Napne


O Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi) do Instituto Federal do Maranhão, institucionalizado pela Resolução CONSUP nº 008/2010, de 20 de janeiro de 2010, foi instituído com o objetivo de “constituir um núcleo temático, para execução de práticas pedagógicas no desenvolvimento de pesquisa, ensino e extensão voltada para o estudo da diversidade, consolidando a observância das leis 10.639/2003 e 11.645/2008”.

Objetivos

Geral

Consolidação permanente da diretrizes e demandas das comunidades Índio descendente e Afro-brasileiras para uma educação efetivamente Inclusiva.

Específicos

Construir um diálogo permanente entre o ensino, a pesquisa e a extensão como ferramentas para a implementação da educação intercultural;

Colaborar para a efetivação das Leis Nº 10.639/2003 e Nº 11.645/2008, através das ações do NEABI;

Estabelecer o Discussões anuais sobre a educação intercultural.

Servidores

Jacklady Dutra Nascimento – coordenadora

Leudjane Michelle Viegas Diniz Porto – coordenadora adjunta

Hellen Maria de Oliveira Lopes – secretária

Carlos Jardel Araújo Soares – membro

Acesse aqui a Portaria de composição do Núcleo.

Clique aqui e saiba mais

Departamento de Direitos Humanos e Inclusão Social

E-mail: [email protected]

 

Equipe

João Batista Cardoso Botelho
Chefe do Departamento
E-mail: [email protected]

Denilra Mendes Ferreira
Técnico em Telecomunicações
E-mail: [email protected]

Jocília de Jesus Alves Mota
Técnico em Assuntos Educacionais
E-mail: [email protected]

Competências

I. planejar a elaboração, execução, acompanhamento e avaliação do Plano de Ação Anual do Departamento em consonância com o Plano de Ação Anual da Diretoria de Educação;
II. subsidiar a Diretoria de Educação nas ações referentes à efetivação das Diretrizes Curriculares Nacionais de Educação em Direitos Humanos e Inclusão Social e demais Diretrizes voltadas para a Educação Inclusiva, no currículo dos cursos da Educação Profissional Técnica e da Educação Superior;
III – propor à Diretoria de Educação, participar e desenvolver ações no IFMA, relacionadas às políticas de ações afirmativa de reparação e inclusão social;
IV – promover debates, seminários, campanhas, fóruns no âmbito da comunidade institucional sobre a temática relacionada à educação em direitos humanos e inclusão social, acessibilidade e ações afirmativas;
V – participar da avaliação dos resultados das políticas e programas das ações afirmativas, sugerindo ajustes e modificações necessárias;
VI – orientar, acompanhar e contribuir na garantia da acessibilidade nas instalações da instituição, bem como subsidiar a Diretoria de Educação na articulação com a Diretoria de Gestão de Infraestrutura, na concepção e implantação de projetos arquitetônicos e urbanísticos;
VII – subsidiar a Diretoria de Educação para contribuir em articulação com os Campi e demais instâncias sistêmicas para a promoção do acesso à comunicação e informação, estimulando a elaboração e disponibilização de materiais acessíveis, de equipamentos de tecnologia assistiva, de serviço de guia-intérprete, de tradutores e intérpretes de libras e de transcritor/revisor de braile;
VIII – propor, à Diretoria de Educação, ações de acolhimento, atendimento e acompanhamento dos alunos ingressantes por reservas de vagas, em articulação com demais setores institucionais;
IX – fomentar o acompanhamento e avaliação das políticas de acesso, permanência e sucesso escolar dos estudantes que ingressarem no IFMA através dos programas de ações afirmativas;
X – buscar parcerias para ampliar as oportunidades de execução das atividades propostas pelo DDHIS;
XI – elaborar relatórios de gestão no âmbito do DDHIS;
XII – subsidiar a Diretoria de Educação, na proposição, junto à Pró-Reitoria de Ensino, de ações que contemplem as políticas e programas de educação em direitos humanos e inclusão social;
XIII – subsidiar a Diretoria de Educação na articulação com os Campi para a criação, estruturação e funcionamento dos Núcleos de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas – NAPNES; Núcleos de Estudos Afro-brasileiros e Indiodescendentes – NEABI; Núcleos de Educação Ambiental – NEA e outros, que tenham relação com a Educação em Direitos Humanos e Inclusão Social;
XIV – fomentar a troca de experiências entre os Campi e outros setores públicos e privados, para a discussão da temática da educação em direitos humanos e inclusão social;
XV – subsidiar a Diretoria de Educação na articulação com a Diretoria de Assuntos Estudantis;
XVI – manter articulação permanente com instituições governamentais e não governamentais que atuem no campo da educação especial para possíveis parcerias;
XVII – executar outras funções que, por natureza, seja correlatas ou atribuídas.

 

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Por meio da Resolução Nº 030, de 11 de junho de 2014, do Conselho Superior (Consup), o Instituto criou a Diretoria de Direitos Humanos e Inclusão Social (DDHIS), que se propõe a mobilizar a comunidade acadêmica e a sociedade maranhense para viabilizar atividades educativas que sensibilizem gestores, servidores (docentes e administrativos), estudantes, pais e/ou responsáveis e a comunidade, para promoverem ações que contribuam na melhoria das relações interpessoais desse público, além de apontar alternativas de solução para as problemáticas que envolvam a garantia dos direitos das pessoas no dia a dia da instituição bem como da comunidade em geral.

Além da DDHIS, o IFMA mantém em sua estrutura núcleos de inclusão social que pretendem contribuir para a promoção de políticas e programas de ações afirmativas.

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